142 – BEAM

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O que é BEAM? Bigelow Expandable Activity Module. É um módulo espacial expansível que se acopla à estação espacial ou futuramente a uma base lunar ou uma base em Marte. Ela tem por finalidade aumentar o volume interno da habitação dos exploradores espaciais, sendo assim, o número de viajantes pode ser maior.

Vale a pena lembrar que a Bigelow é uma empresa privada que possui parceria com a NASA. Como o investimento na área científica nos EUA também é limitado, a NASA acaba abrindo vínculos com o setor privado.

Os EUA têm a intenção de retornar à Lua ou ir à Marte. Qual será as ações desta empresa quando as atividades espaciais começarem a explorar recursos naturais de corpos celestes?

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140 – Usando o magnetismo para inferir a temperatura dos oceanos

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O campo magnético terrestre permeia todo o oceano, desde a região mais profunda até a superfície em contato com a atmosfera. Deste modo, o oceano é capaz de desviar o campo magnético terrestre, pois, é um condutor elétrico e suas águas estão em movimento. O aumento de temperatura da água do mar faz aumentar sua condutividade elétrica e, consequentemente, aumenta também o desvio sobre o campo magnético terrestre.

Os satélites, adequadamente equipados, são capazes de mapear o campo magnético terrestre desviado pela dinâmica dos oceanos, portanto, indiretamente coletam dados para analisar a temperatura da água do mar.

O trabalho é ainda uma proposta, e muitas dificuldades técnicas deverão ser superadas, porém, se o projeto for um sucesso, obter-se-á informações da quantidade de calor absorvida pelos oceanos, assim como o quanto se espera que é possível absorver.

Matéria publicada na “The Economist” – Dec 17th 2016 | SAN FRANCISCO

137 – Capacitação Política

Palestra proferida pelo Nildo Ourides, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, como parte do curso de Capacitação Política.

Primeiramente, Ourides cita sobre o esforço intelectual exigido para compreender a realidade de algum fenômeno ou situação, no caso, a política brasileira.

Posteriormente, o professor se esforça para entendermos o projeto que existe para o Brasil uma vez que inserida no sistema capitalista periférico, ou seja, em situação de subdesenvolvimento.

Diante deste cenário, vale a pena refletir o papel do ensino de ciências em um país com determinadas condições, nas quais prevalece a desigualdade social, onde os governantes adotam medidas que favorecem às elites, onde as multinacionais regem  parte das condições sociais, onde a área técnica é mais valorizada que a área de desenvolvimento.